- Política Nacional de Resíduos Sólidos em Vigor
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A Lei Federal 12.305, de 02 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências entra em vigor. A Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS reúne princípios, objetivos, instrumentos e diretrizes para a gestão dos resíduos sólidos.Dentre seus objetivos estão a não-geração, redução, reutilização e tratamento de resíduos sólidos, a destinação final ambientalmente adequada dos rejeitos, a redução do uso dos recursos naturais no processo de produção de novos produtos, a intensificação de ações de educação ambiental, bem como o aumento da reciclagem no país, no intuito de promover a inclusão social e a geração de emprego e renda de catadores de materiais recicláveis.
Alguns dos avanços na gestão de resíduos sólidos com a Lei sancionada são:
· Inserção do conceito de responsabilidade compartilhada: reconhece a necessidade de participação de todos os elos da cadeia (consumidores, fabricantes, distribuidores e poder público);
· Participação dos catadores: incentiva a inclusão social, geração de emprego e renda;
· Realização de acordos setoriais entre a iniciativa privada e o Poder Público: permite ações articuladas de âmbito nacional ou regional que respeitem as especificidades do setor interessado;
· Restrição à remuneração do município (ou da concessionária de limpeza pública), no sistema de logística reversa, apenas aos casos em que estes desempenharem atividades que são de responsabilidade dos demais atores;
· Utilização dos resíduos sólidos para fins energéticos: amplia as formas de aproveitamento de resíduos;
· Planos nacional, estaduais e municipais de gestão: induz o gerenciamento eficiente por meio da articulação entre os entes federados, com possibilidade de consórcios intermunicipais;
· Proibição da criação de lixões, após quatro anos da data de publicação da Lei: reconhece a gestão adequada dos resíduos como uma questão de saúde pública.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao sancionar a PNRS, determinou que a Lei seja regulamentada em um prazo máximo de 90 dias. Informou ainda, que em 2011 serão destinados R$ 1,5 bilhão para financiar soluções na gestão de resíduos sólidos.
Disponível no link a Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS. Link aqui.
- Rio Grande do Sul incrementa as ligações hidroviárias
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O governo federal reconhece a importância de encontrar alternativas mais eficientes e econômicas de transporte, incrementando o intercâmbio comercial e permitindo o acesso livre de empresas brasileiras e uruguaias aos mercados dos dois países. Dentro deste contexto, o Rio Grande do Sul se insere como Estado fundamental, por conta de ligações hidroviárias a serem melhor exploradas nos rios Jacuí e Taquari, além das lagoas dos Patos e Mirim. Estes aspectos foram ressaltados pelo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, no Seminário Internacional "O Transporte Fluvial e Lacustre Brasil-Uruguai", realizado nesta sexta-feira pelo Ministério dos Transportes, na sede da FIERGS. O evento contou com a presença do presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, Paulo Tigre, entre outras autoridades brasileiras e uruguaias.
Segundo Passos, o governo federal destina R$ 230 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) para aplicação, em quatro anos, em hidrovias no Estado a partir de 2011. "Precisamos preparar a infraestrutura para que se ofereçam as condições de navegação entre os dois países. Nas bacias, estamos ainda muito distantes do potencial a ser atingido", ressaltou. Para isso, afirmou o ministro em entrevista coletiva, são necessárias "intervenções" como balizamento, dragagem e sinalização das águas. Do outro lado da fronteira, de acordo com Jorge Camaño, representante do ministro de Obras Públicas do Uruguai, o país vizinho já tem assegurados US$ 30 milhões com a iniciativa privada para obras de infraestrutura.
Em seu discurso de abertura, o presidente da FIERGS salientou que, como Estado de fronteira, o Rio Grande do Sul cultiva uma visão ampla sobre o relacionamento entre as nações. "Na formação dos blocos geopolíticos e no intercâmbio entre países que deles fazem parte, pontuamos sempre a importância fundamental da integração física. Por isto entendemos, compreendemos e defendemos os investimentos na logística de transportes", disse Tigre.
O industrial observou que os processos de desenvolvimento dos países necessariamente incluem os investimentos em infraestrutura como ponto indesviável dos planejamentos nacionais. "Logicamente, esses investimentos devem ter a participação da iniciativa privada, somando o esforço público ao setor privado através de regulamentação e marcos legais definidos e modernos, em sintonia com o que se vê nas demais nações desenvolvidas", comentou.
No módulo "As Perspectivas da Indústria e a Hidrovia da Lagoa Mirim", o coordenador do Conselho de Infraestrutura da FIERGS, Ricardo Portella Nunes, apresentou o projeto de viabilidade do modal hidroviário para o transporte de contêineres do Rio Grande do Sul, desenvolvido em parceria com o Conselho de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Concex) da entidade. "Nessa área, o que os industriais gaúchos buscam para aumentar a sua competitividade é uma logística que diminua os custos e o tempo de entrega das mercadorias", disse.
Segundo Portella, a Força Tarefa Intermodal é formada pelo governo do Estado, pela FIERGS, por indústrias e outras entidades empresariais e do segmento de transporte hidroviário. O grupo atua no suporte, na facilitação e na remoção das barreiras institucionais, na gestão integral das operações logísticas e na questão de barcaças adequadas ao transporte de contêineres. Fonte: FIERGS - Sistema FIERGS se destaca
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O Sistema FIERGS conquistou dez prêmios na 15ª edição do Prêmio Qualidade RS, promovido pelo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP). A cerimônia foi realizada nesta terça-feira (20), no Centro de Exposições da FIERGS, durante a realização do 11º Congresso Internacional de Gestão. "A melhor maneira do Sistema FIERGS dividir esses prêmios é levar mais gestão da qualidade às indústrias do Rio Grande do Sul", disse o presidente da entidade, Paulo Tigre, destacando que as práticas adotadas são as seguidas pelas empresas líderes mundiais em seus segmentos de atuação. "Realizamos avaliações freqüentes que levam à evolução permanente da gestão e à obtenção de resultados cada vez melhores", afirmou.
Os 91 vencedores, em um total de 166 inscritos, de pequeno, médio e grande porte, dos diversos segmentos da economia gaúcha, recebem a Medalha de Bronze e os Troféus Bronze, Prata, Ouro e Diamante. Os agraciados do Sistema FIERGS foram a Agência de Educação Profissional (AEP) Senai Comendador Clemente Cifali (Cachoeirinha), a AEP Senai Sady Schmith (Campo Bom), o Centro de Educação Profissional (CEP) Senai de Ijuí, o CEP Senai de Panambi, o CEP Senai Giuseppe Fasolo (Bento Gonçalves), o Centro de Atividades (CAT) Sesi Parobé, o Instituto Euvaldo Lodi (núcleo regional do RS), o Centro de Eventos do Sistema FIERGS, o Condomínio Institucional do Sistema FIERGS e o Comitê Setorial Senai − Articulador entre as Entidades do Sistema FIERGS e o PGQP.
O Sesi-RS e o Senai-RS usam ferramentas da qualidade baseadas no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) da Fundação Nacional da Qualidade - FNQ e do Programa Gaúcho da Qualidade − PGQP e na norma de Gestão da Qualidade ISO 9001:2008, desde 1993. Já, a partir de 2008, o processo foi estendido para todo o Sistema FIERGS.
Atualmente as entidades do Sistema, como Sesi e seus Centros de Atividades, Senai e suas escolas, IEL − Instituto Euvaldo Lodi / Núcleo do RS, Centro de Eventos FIERGS, Condomínio FIERGS e o Centro das Indústrias do RS, possuem Termo da Adesão ao PGQP e participam regularmente, a cada ano, no Sistema de Avaliação do Programa Gaúcho. Em 2009 foram recebidos mais de 80 diplomas de participação no Sistema de Avaliação do PGQP.
O Prêmio, criado em 1996 pelo PGQP, viabiliza às vencedoras um reconhecimento e visibilidade nacional quanto a seu sistema de gestão alinhado aos princípios da qualidade, reconhecimento da força de trabalho e maior autoestima dos colaboradores, além do reconhecimento da comunidade com informações sobre práticas bem-sucedidas de gestão, preconizadas no modelo de Excelência da Gestão.
Os agraciados do Sistema FIERGS
Medalha Bronze
AEP Senai Comendador Clemente Cifali (Cachoeirinha)
AEP Senai Sady Schmith (Campo Bom)
CEP Senai de Ijuí
CEP Senai de Panambi
CAT Sesi Parobé
IEL-RS
Centro de Eventos do Sistema FIERGS
Troféu Bronze
CEP Senai Giuseppe Fasolo (Bento Gonçalves)
Condomínio Institucional do Sistema FIERGS
Comitê Destaque
Comitê Setorial Senai − Articulador entre as Entidades do Sistema FIERGS e o PGQP - Industriais gaúchos planejam aumentar produção
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A Sondagem Industrial da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) verificou que os industriais gaúchos planejam acelerar o investimento na produção nos próximos seis meses para atender o aumento da demanda. Para isso, pretendem elevar as compras de matérias-primas. "Os empresários do setor estão otimistas com o futuro dos seus negócios, principalmente por considerarem o mercado interno aquecido e uma melhora nas exportações", explicou o presidente da FIERGS, Paulo Tigre, ao divulgar a pesquisa nesta quarta-feira (14).
Em relação à demanda da indústria, 47,4% dos entrevistados acreditam numa elevação e somente 5,9% na retração. Os demais apostam na continuidade dos atuais padrões positivos das vendas. Por conta dessa expectativa, 43% estão programando incrementar as compras de matérias-primas para aumentar a produção, enquanto 8,1% pensam o contrário.
Outro ponto que está estimulando em parte a confiança dos industriais é o mercado internacional. Para 29,4% deles as exportações deverão ter uma leve expansão e 2,4% apostam num crescimento acentuado. Segundo 51,7% dos entrevistados, os embarques não vão sofrer nenhuma alteração em relação aos padrões atuais. Apenas 16,5% temem uma desaceleração. "Mesmo com o retorno dos reflexos da crise econômica mundial na União Europeia e a vagarosa recuperação dos Estados Unidos, as empresas gaúchas já verificam novas oportunidades em outros países. Por isso, confiam que nos próximos seis meses haverá um avanço, mesmo que moderado, das exportações", destacou Tigre.
Sondagem Industrial do Rio Grande do Sul − FIERGS
Demanda
Aumento - 47,40%
Estabilidade - 46,70%
Queda - 5,90%
Total - 100,00%
Matéria -prima
Aumento - 43,00%
Estabilidade - 48,90%
Queda - 8,10%
Total - 100,00%
Quantidade exportada
Aumento - 29,40%
Aumento Acentuado - 2,40%
Estabilidade - 51,70%
Queda - 16,50%
Total - 100,00%Fonte: FIERGS.
- Indústria gaúcha desacelera e recua 1,5%
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A atividade industrial gaúcha recuou 1,5% em abril, em comparação com março, demonstrando uma desaceleração na sua trajetória de recuperação. Foi o segundo mês de queda neste ano, sem os efeitos sazonais e de calendário. "Apesar de não representar uma inversão na tendência de retomada do setor, esse comportamento inaugura uma fase de ritmo de crescimento mais lento", avalia o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Paulo Tigre, ao divulgar o índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), nesta terça-feira (1º/6).
Até janeiro, a indústria do Estado avançava a uma taxa mensal de 1,3%, mas nos últimos três meses essa velocidade caiu para 0,9%. "Se for mantida essa média, o retorno ao nível pré-crise mundial fica adiado para o final do ano", salienta Tigre. O industrial lembrou que durante o processo recessivo, de novembro de 2008 a abril de 2009, o desempenho do setor industrial desabou 16,4%. Nos últimos 12 meses, ocorreu uma recuperação de 12%, mas ainda é necessário expandir 7% para retomar o vigor com que operava antes da turbulência internacional.
Com exceção do emprego, que cresceu pelo décimo mês consecutivo (0,7%), o resultado negativo da atividade industrial de abril refletiu a performance de todas as demais variáveis que compõem o indicador medido pela FIERGS. As maiores desacelerações foram registradas no Faturamento (-4,1%), nas Compras de insumos e matérias-primas (-2,9%), nas Horas Trabalhadas na Produção (-2,2%), Massa Salarial (-0,6%) e Utilização da Capacidade Instalada (-0,1%).
Quando abril é comparado com o mesmo mês de 2009, o IDI-RS registra um crescimento de 11,9%. Já nos primeiros quatro meses de 2010, o desempenho da indústria teve uma alta de 9,4%. Esses percentuais elevados ocorreram devido ao processo de recuperação da economia em curso e a baixa base de comparação, quando a crise ainda afetava significativamente o setor.
No primeiro quadrimestre de 2010, em relação a 2009, os segmentos que mais expandiram foram Metalurgia Básica (35,3%), Material Eletrônico e de Comunicação (22,5%), Móveis (18,5%), Máquinas e Equipamentos (15,5%), Borracha e Plástico (14,3%), Couro e Calçados (12,5%). Permaneceram negativos Fumo (-8%) e Alimentos e Bebidas (-3,1%). Fonte: FIERGS.


